O que é a Praça das Lavadeiras
A Praça das Lavadeiras fica no Centro Histórico de Salvador, bem pertinho da Igreja do Rosário dos Pretos e do Pelourinho. O nome veio mesmo das mulheres que lavavam roupas ali por anos, tradição trazida das africanas escravizadas e depois mantida como parte da cultura local. Hoje em dia é mais um ponto de visita turístico, mas ainda tem essa alma toda de trabalho antigo. O espaço foi reformado várias vezes ao longo dos anos. A última grande reforma ficou pronta por volta de 2012, quando a prefeitura de Salvador renovou o calçamento e colocou aqueles bancos de pedra que as pessoas sentam pra descansar. Tem uma fonte também no meio, mas de vez em quando quebra o encanamento e fica sem água por semanas, sei lá comoarram pra consertar.
Visitar a Praça das Lavadeiras: o que esperar
Quando eu fui pela primeira vez, pensava que era só uma pracinha any. Mas daí percebi que o lugar tem uma história toda por trás que não tá em nenhum guia turístico. As lavadeiras eram responsáveis por levar água dos engenhos pro centro, lavar roupa dos senhores de engenho, tudo isso no tempo da escravidão. Depois o espaço virou ponto de encontro, feira artesanal, coisa assim. Achei interessante que muita gente não sabe, mas a praça tá num area de muito movimento mesmo. Tem ônibus passando perto, vendedores ambulantes, e o calor de Salvador já começa a bater forte pela manhã. Se você for visitar, leve água e protetor solar, porque não tem muita sombra por ali. Eu já passei mal numa visita assim, sem beber água direito, e acabou que teve que sentar num banco da praça esperando o mal-estar passar.
O piso é de pedra-sabão, aquele material típico da região que escorrega quando chove. Tem gente que tropeça e se machuca, já vi vários turistas com arranhões nas pernas por causa disso. Vão com sapato fechado mesmo, recomendo. Sandália não combina pra esse tipo de passeio. Tem gente que oferece artesanato por ali, pingentes, pulseiras, coisas feitas à mão. Os preços são razoáveis, entre 15 e 40 reais dependendo do item. Mas tem que ter cuidado, não adianta comprar qualquer coisa sem olhar a qualidade. Já vi peça ruim vendida como artefato tradicional, acabamento tosco, costura soltando. Prefira os vendedores fixos que ficam perto da fonte, eles têm mais reputação pra manter.
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O horário melhor pra visitar é de manhã cedo, antes das 10 horas. O sol já tá forte depois disso e o lugar fica cheio de gente. Se você gosta de fotografar sem Muita gente na imagem, chega cedo. Tem um ângulo bom perto da escadaria que dá pra pegar a luz natural boa. Não tem restaurante propriamente dito na praça. Tem barraca de cacau e açaí, água de coco, coisa assim. Pra comer algo mais completo, tem que ir até o Pelourinho ou Centro, que fica a uns 10 minutos a pé. Eu costumo irnuma feira que tem perto, mas às vezes fecha no domingo à tarde, então depende da sorte.
O segurança é relativa, principalmente se você for à noite. O movimento diminui muito e as ruas adjacentes ficam escuras. Se precisar ir depois das 18 horas, prefira ir de táxi ou aplicativo, não a pé. Já tive uma experiência ruim assim, sem iluminação boa, e acabou que precisei pedir ajuda de um segurança particular do comércio local. A praça é zugänglich por transporte público. Linha 2987 passa perto, mas o ônibus fica lotado nos horários de pico. Se você levar bagagem grande, não adianta tentar subir, não cabe. Eu levei uma mochila assim uma vez e teve que deixar num armário temporário, perdi uns 30 minutos procurando o lugar.
Tem gente que organiza visitas guiadas pelo Centro Histórico, passando pela praça também. Os preços variam entre 50 e 120 reais por pessoa, dependendo do guia. Eu já contratei um assim, mas o conhecimento do guia foi superficial, não contou nada sobre a história real das lavadeiras. Prefira guias locais que moram no bairro, eles têm mais autenticidade. O lugar é bonito, mas não espere muita coisa. É uma praça any, com alguns pontos históricos e o calor de Salvador já começa a incomodar. Se você busca algo mais tranquilo, pode não ser o ideal. Conheço alternativa melhor em outras partes da cidade, mais silenciosas e com menos movimento.