Verbo Fazer No Presente Do Indicativo - Conjugação Do Verbo To Do - NAZAEDU
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Como conjugar o verbo fazer no presente do indicativo

O verbo fazer é irregular. Isso significa que você não pode simplesmente pegar o radical e aplicar as desinências padrão dos verbos regulares da primeira conjugação. Se você tentar, vai chegar em formas como "fazo" ou "fazemos" com a vogal temática errada, e a coisa fica feia na hora da fala. A conjugação correta é:

eu faço
você faz
nós fazemos
vocês fazem
eles fazem A parte que mais causa erro é o eu faço. O 'z' entra no radical, mas a terminação do eu é o 'o'. Parece redundante, mas é isso mesmo. O 'o' final já pertence à desinência pessoal, não ao radical.

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verbo fazer no presente do indicativo: o que realmente importa

O problema prático que eu encontrei na minha experiência é quando as pessoas tentam generalizar para o pretérito perfeito e acabam usando "fizestes" ou "fizeram" de forma inconsistente, criando uma dissonância entre o presente e o passado. A workaround que eu uso é memorizar o par de raízes de uma vez: faço (presente) e fiz (pretérito). Tratando como dois temas separados, a confusão cai drasticamente. Outra nuance que ninguém ensina direito: o nós fazemos. Muita gente esquece que o 'c' vira 'c' mesmo, não 's'. "Fazemos" se escreve com c, não com s, porque a pronúncia do c antes de e é dura. Confundir com "fazemos" (com s) é um erro de ortografia constante em provas e textos formais.

O verbo fazer também tem o uso causal que as pessoas confundem com o verbo causar. "Fiz um estrago" é perfeitamente correto no registro coloquial, mas em textos formais de engenharia ou documentação técnica, prefira "causei um estrago" ou "provocar". O fazer causal é aceito na fala mas pode parecer amador em documentos técnicos. Um detalhe técnico que ajuda: o presente do indicativo do fazer é o único verbo da língua portuguesa que alterna entre duas raízes completamente diferentes dentro do mesmo tempo verbal. Eu faço vs. nós fazemos. O radical eu tem 'z', o radical nós tem 'c'. Isso é único e é por isso que os nativos soam naturais enquanto os aprendizes estrangeiros frequentemente vacilam. Não há regra morfológica que preveja isso. É apenas história da língua.

Se você quer praticar, a única maneira eficaz é escrever frases reais. Não adianta decorar a tabela. Escreva "eu faço o relatório", "você faz o pagamento", "nós fazemos a manutenção", "vocês fazem a auditoria". A repetição contextualizada fixa as formas irregulares muito melhor do que a memorização isolada. O download de uma tabela completa em PDF eu deixei de recomendar há anos. As tabelas estáticas são ruins porque não representam o uso real. Em vez disso, salve essas quatro frases em um arquivo de texto e releia antes de qualquer comunicação escrita importante. Funciona.