Voz Passiva Em Ingles - Voz passiva no Inglês: como utilizar em diferentes tempos verbais
Voz passiva no Inglês: como utilizar em diferentes tempos verbais

Como transformar ativas em passivas sem errar

A voz passiva em ingles aparece em textos técnicos, relatórios e emails formais com muita frequência. A estrutura básica é simples: objeto vira sujeito, o verbo to be entra no mesmo tempo da ativa, e o verbo principal vai para o particípio. Quando eu comecei a escrever em inglês profissionalmente, o problema real não era a regra em si. Era manter a coerência de tempo verbal quando o contexto mudava no meio do parágrafo.

Voz passiva em ingles: o que realmente importa

O erro mais comum que eu vejo é as pessoas tentarem converter frases com verbos que não aceitam objeto direto. Verbos intransitivos como happen, occur, exist simplesmente não têm versão passiva. Não existe "it was happened". Se você tentar forçar, soa errado e quebra a fluidez do texto. A melhor estratégia é reescrever ativamente ou mudar a estrutura completamente. Outro ponto que pouca gente explica direito é o uso do gerúndio. Quando o verbo da ativa está no gerúndio, a passiva também precisa ter gerúndio no to be. "I am writing the report" vira "The report is being written by me". O being é obrigatório. Sem ele, o tempo verbal some e a frase fica ambígua.

Método prático de conversão

Vou mostrar o processo passo a passo, mas na ordem inversa do que você provavelmente espera. Primeiro identifique o objeto direto. Depois localize o tempo verbal. Só então monte a passiva. Pegue esta frase exemplo: "The committee approved the new policy last Tuesday." O objeto direto é "the new policy". O tempo é passado simples (approved). A passiva fica: "The new policy was approved by the committee last Tuesday." Perceba que "last Tuesday" permanece no final porque é um adjunto adverbial de tempo e não se move.

Quando o sujeito da ativa é pronome indefinido como people, someone, they, you pode omitir o agente na passiva. Em contextos técnicos e científicos, essa omissão é na verdade a norma, não a exceção. "They installed the server yesterday" vira "The server was installed yesterday". O by them é dispensável e soa desnecessário.

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Casos que dão trabalho

Verbos com duas estruturas diferentes merecem atenção separada. Consider e considerate funcionam de formas distintas na passiva. "I consider him honest" não vira "He is considered honest by me". A forma correta é apenas "He is considered honest". O by-me some automaticamente porque o pronome funciona como objeto indireto nessa construção específica. Verbo make merece tratamento especial. Na passiva, o to volta antes do infinitivo. "They made him sign the document" vira "He was made to sign the document". A presença do to é obrigatória e muitos escritores iniciantes esquecem. Quando eu estava revisando papers para publicação, esse erro aparecia com frequência inexplicável.

Aqui vai um caso específico que eu encontrei na prática e que dificulta muito: verbs of perception como see, hear, watch. "I saw him leave the building" pode virar "He was seen to leave the building" no register formal, mas "He was seen leaving the building" soa muito mais natural em qualquer contexto cotidiano. A diferença entre o to-infinitivo e o gerúndio depois do não é trivial e mudou conforme a variedade do inglês. Britânico prefere frequentemente a forma com gerúndio, americano aceita ambas mas com nuances diferentes de sentido.

Erros frequentes que custam caro

Manter o sujeito original como sujeito na passiva é o tipo de erro que aparece em emails enviados por engenheiros e consultores. "The data was collected by us" está gramaticalmente correto, mas em contextos formais soa artificial. O nativo prefere "We collected the data" na maior parte das vezes. A passiva deve ser usada quando o foco realmente precisa estar no objeto, não como muleta estilística. Confundir particípio passado com adjetivo também causa problemas. "The door was closed" pode ser passiva (alguém fechou a porta) ou descrição de estado (a porta estava fechada). O contexto resolve, mas em textos técnicos essa ambiguidade pode gerar mal-entendidos sérios sobre procedência de dados e responsabilidades.

Quando a passiva não funciona

Há situações onde a voz passiva simplesmente não é viável. Textos instrucionais curtos, manuais de software, documentação técnica: a passiva deixa tudo mais pesado e menos direto. Eu recomendo evitar passiva em qualquer instrução que precise ser executada rapidamente. "Click the button" é quatro palavras. "The button should be clicked" é seis e exige mais processamento cognitivo do leitor. Em resumo, a voz passiva em ingles é ferramenta útil mas com limitações claras. Use quando o agente for irrelevante, desconhecido ou when você precisa dar ênfase ao objeto da ação. Evite quando a clareza e a concisão forem prioritárias. Pratique com textos reais, revise cada conversão verificando tempo verbal e presença do gerúndio quando necessário, e treine identificar quais verbos não Aceitam passiva antes de tentar convertir.