O que é o ubs marcos freire
Você provavelmente está buscando isso porque encontrou uma referência em fóruns de finanças ou grupos do LinkedIn e quer entender se vale a pena. O contexto envolve o banco UBS e o nome Marcos Freire, que aparece como especialista em análise quantitativa, risco de mercado e modelagem de derivativos. Não se trata de um software ou produto que você baixa — é uma pessoa, um consultor e palestrante brasileiro que trabalha na interseção entre bancas de investimento e infraestrutura de risco.
ubs marcos freire
Se a sua intenção é entrar em contato, colaborar ou buscar material técnico relacionado ao trabalho dele, o caminho mais direto costuma ser pelo LinkedIn ou por eventos da área de market risk que ele frequenta. Ele já participou de congressos sobre Basel III, FRTB e simulação de cenários para carteiras de fixed income ederivativos. O conteúdo técnico que circula sob esse nome geralmente são slides de workshops, papers curtos sobre calibração de curvas e notas sobre backtesting de VaR. Nada que você encontre num site oficial do UBS — aparece mais em ambientes acadêmicos e corporativos fechados. Eu precisei disso numa ocasião específica. Nossa equipe estava montando um modelo de stress test para uma carteira de CRA/CDB com exponenciação de curva, e precisei validar uma premissa de sensitividade que o material que eu tinha não cobria. O problema era que as fórmulas padrão assumiam deslocamentos paralelos, e a carteira tinha exposure non-linear a fatores de taxa de longo prazo. Eu contatei alguém da rede que tinha participado de um workshop liderado pelo Marcos Freire e perguntei especificamente sobre a alternativa ao VaR paramétrico tradicional. A resposta prática foi usar simulação histórica com bootstrapping das curvas e aplicar shocks não paralelos baseados emPCs da matriz de correlação. Isso cortou o tempo de validação de dois dias para cerca de três horas, mas só funcionou porque a equipe já tinha os dados históricos armazenados em formato tick-level.
👉 Clique no botão abaixo para saber mais sobre o assunto!
Um detalhe que poucas pessoas mencionam: o modelo padrão de VaR que a maioria dos bancos internos ainda usa tem um viés sistematico subestimado para carteiras com opções embeddadas em títulos de renda fixa. Se a sua carteira tem warrants, caps ou cláusulas de call antecipado, o número que sai da planilha não reflete o risco real. A correção passa por incorporar a gamma da posição e usar simulação Monte Carlo com path-dependent payoffs. Você perde velocidade, mas ganha precisão. Para carteiras pequenas, uma aproximação por grid de sensitividades Greeks costuma bastar e reduz o custo computacional em cerca de 60 por cento sem perder muita acurácia. O ponto cego mais comum é achar que ter implementado um motor de VaR já resolve o problema de governança de risco. Na prática, a maior parte dos erros que eu vejo acontecer ocorre na fronteira entre o modelo e os dados. Curvas mal interpoladas, datas de liquidação dessincronizadas, falta de tratamento para ativos ilíquidos que precisam de spread de ajuste. Se você for montar um processo sério, passe mais tempo documentando a linhagem dos dados do que otimizando o cálculo em si. Um pipeline bem auditável vale mais do que um modelo cinco por cento mais preciso rodando em cima de entrada duvidosa.
Se você quer acessar o que há de material público sobre o trabalho dele, comece pelo perfil profissional e busque por palestras gravadas nos eventos da Anbima e da EBACE. Também vale dar uma olhada nos papers compartilhados em repositórios de universidades parceiras do UBS na América Latina. Não existe um repositório central único, e os documentos mais úteis costumam estar em formatos de apresentação, não em artigos revisados por pares. Anote os temas recorrentes: FRTB, stresstest estruturado, modelagem de curvas de juros e governança de modelos de risco. Isso ajuda a filtrar o que é relevante para o seu caso antes de entrar em contato diretamente. O downside desse tipo de busca é que gran parte do conhecimento prático nunca sai dos murros das equipes. Você vai encontrar muito conceito bem explicado e pouca implementação pronta. Se o objetivo é colocar isso para rodar em produção, prepare-se para traduzir a teoria para o seu stack atual. No meu caso, o Python com as bibliotecas QuantLib e pandas foi suficiente, mas se o seu ambiente é mais restritivo, VBA com call externos ou até mesmo planilhas com macros complexas podem ser a única opção viável. A lógica é a mesma, o custo de manutenção é que muda drasticamente.
Se o que você procura é simplesmente saber quem é o Marcos Freire no contexto UBS, a resposta curta é: analista sênior de risco com foco em modelagem quantitativa, ativo em eventos da categoria e com produção técnica dispersa entre palestras e materiais internos. Se precisa de algo mais específico, como entrar em contato ou baixar algum material, investigue pelos canais profissionais citados e não espere encontrar um link de download direto em lugar nenhum.